quinta-feira, 2 de abril de 2020

Psicocibernética

Há uma disciplina na faculdade de Psicologia que nos orienta a fazermos pesquisas bibliográficas sérias antes de ficarmos anunciando novidades que já foram analisadas por muita gente boa. No entanto, os velhos e conhecidos processos psicológicos estão ganhando novos nomes, sem nenhuma referência a origens e fontes. Será que o progresso trouxe seus esclarecimentos e complementos aos estudos da alma humana fazendo desaparecer nela o essencial? Sou uma leitora apaixonada. E não raro, através de citações de autores feitas nos livros que vou lendo, saio em busca deles e de seus clássicos. Vou pesquisando, coisa que adoro fazer, e encontro alguns tesouros. Foi o caso do livro de Maxwell Maltz, “Psicocibernética”, publicado, pelo que pude verificar, lá pelos anos sessenta. Um médico, cirurgião plástico, falando de processos tão atuais, analisa a importância de nossa imagem interna substituída pelas questões externas.
Enfim, tudo isso para recomendar uma leitura? Também. Mas para lembrar que algo antigo não significa sem valor. Queria compartilhar com os leitores que gostam de reflexões sobre sentimentos esse livro, e estimular a redescoberta de muitos autores interessantes que andam esquecidos.


Um comentário:

  1. Querida Rutty o antigo e o moderno se complementam, não é mesmo! Nada como a sabedoria dos nossos antepassados somando as novas descobertas. Isso sim é Modernidade. Parabéns pela reflexão.

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